Florianópolis

Florianópolis é uma cidade que transmite uma energia contagiante. Inicialmente, eu havia planejado me hospedar por apenas duas noites na ilha e acabei ficando o dobro do tempo previsto. É um destino que certamente pretendo retornar algum dia. Floripa conquistou um lugar especial no meu coração de mochileiro. A cidade foi o oitavo destino escolhido para ser desbravado na primeira etapa do Projeto Desbravando as Américas. Estive pessoalmente em todos os atrativos turísticos descritos abaixo.

Vale ressaltar que todas as fotos tiradas foram através de um celular e, por isso, a qualidade não foi das melhores.

  • A cidade de Florianópolis foi fundada no ano de 1673.
  • É a capital do estado brasileiro de Santa Catarina e a segunda cidade mais populosa do estado.
  • Sua econômia é baseada na tecnologia da informação, no turismo e nos setor de serviços.
  • A cidade possui mais de 100 praias registradas oficialmente.
  • No ano de 2009, Florianópolis foi declarado como ” o destino do ano”, pelo jornal The New York Times
  • Florianópolis é popularmente conhecida como: Floripa ou Ilha da Magia.
  • Ônibus da empresa Viação Catarinense (Joiville x Florianópolis):
  • Tempo de Viagem: 3h50min
  • Valor em junho de 2015: R$ 53,43
  • Hospedei-me no Hostel Backpackers Sunset
  • Minha opinião: Excelente localização, com vista panorâmica para a Lagoa da Conceição, staff 24hs, sempre disposto a auxiliar, excelente atendimento no bar que oferece aos hóspedes uma caipirinha free das 18h30min às 19h30min, noites temáticas (churrasco e rodízio de pizzas), aluguel de moto e um ambiente aconchegante e acolhedor. Sem esquecer, é claro, do mascote do Hostel, o cão Zeca.
  • Contato: Junior
  • Valor: aproximadamente R$ 30,00 em quarto compartilhado.  


Roteiro para 4 dias - O que fazer?

Dia 1:

Museu Histórico de Santa Catarina Palácio Cruz e Souza: Construído em meados do século XVIII para ser a sede do Palácio do Governo do Estado de Santa Catarina. Ao longo dos anos, o local passou por inúmeras reformas até chegar ao seu atual estilo arquitetônico de origem neoclássica. O antigo casarão foi rebatizado como Palácio Cruz em Souza, em homenagem ao poeta catarinense, ícone do Simbolismo, de mesmo nome. No ano de 1986, o local passou a abrigar o Museu Histórico de Santa Catarina. Aberto ao público das 10h às 18h (exceto segunda-feira).

Valor da Entrada: R$ 5,00 (inteira)

Bienal Brasileira de Desing de Floripa (Palácio Cruz e Souza): Inaugurado em 1968, por professores da Escola Superior de Desenhos Industrias da cidade do Rio de Janeiro, trata-se de um evento criado com o objetivo de levar novas tendências culturais, estéticas e de design para a população em geral. Florianópolis foi a sede da 11ª edição do evento. Aberto ao público das 10h às 18h.

Entrada Gratuita.

Catedral Metropolitana de Florianópolis: Construída no ano de 1675, como uma pequena capela em homenagem a Nossa Senhora do Desterro. Em meados do século XVIII , o local foi ampliado em decorrência do aumento do número de fiéis, ganhando o seu atual estilo arquitetônico neoclássico. 

Casa da Alfândega: Construída em estilo neoclássico, em meados do século XIX, para substituir a antiga Alfândega que havia explodido mistoriosamente alguns anos antes. Em 1988, o local passou a ser a sede do Projeto Galeria do Artesanato, que busca preservar a cultura e o artesanato dos diversos povos que colonizaram o estado catarinense. 

Monumento às Rendeiras: Construído em homenagem a arte de renda de bilros, praticada pelas mulheres açorianas em meados do século XVIII. 

Forte Santana do Estreito e Museu de Armas Major Lara Ribas: O Forte foi construído em meados do século XVIII com o objetivo de proteger a então Vila de Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, das embarcações que adentrassem pela Baía Norte. No ano de 1975, o local passou a abrigar o Mseu de Armas da Polícia de Santa Catarina, com um rico acervo sobre a evolução dos armamentos ao longo dos anos. Aberto ao público das 10h às 18h (exceto segunda-feira).

Entrada Gratuita.

DICA: Não é permitido fotografar dentro do museu. 

Ponte Hercílio Luz: Inaugurada em 1926, com o objetivo de facilitar o acesso à ilha, que até então era realizado através de balsas. A ponte foi batizada com o nome do seu idealizador e no ano de 1982 teve as suas atividades interrompidas por medida de segurança. Desde então, a ponte, sem uso, tornou-se  um dos principais cartões postais da cidade.

Trapiche da Beiramar: Reinagurado em 2011, como uma área de embarque e desembarque para pequenas embarcações. Seu entorno conta com um calçadão e uma ciclovia que são ideais para atividades ao ar livre.  

Dia 2: 

Praia Mole: Chamada pelos pescadores locais como Chão Mole, devido ao singular fato dos pés quase afudarem ao se pisar na areia, assemelhando-se a uma areia movediça. 

Praia da Galheta: Localizada em uma área de preservação ambiental, desde meados de 1980, tornou-se famosa por ser destina ao público adepto a prática do naturismo. A praia é muito frenquentada pelo público LGBT, durante a estação do verão.

The Dog: este Labrador, que surgiu do nada no meio do nosso grupo, foi o nosso cão guia durante o desbravamento nas praias acima. Ele ia na nossa frente mostrando o caminho como se houvesse sido contratado para realizar tal serviço. Cofesso que eu nunca havia conhecido um cão tão cheio de energia como ele. The Dog foi o apelido carinhoso que demos ao nosso companheiro de quarto patas.  

Dia 3: 

Praia de Jurerê Internacional: Situada no norte da ilha e Florianópolis, é um dos destinos mais badalados por jovens de alto poder aquisitivo. 

Passeio dos Namorados: Charmoso calçadão arborizado margeado por mansões. Ideal para uma caminhada no fim da tarde. 

P12 Parador Internacional: Famosa casa de show, palco das melhores e mais badalas festas da Ilha de Florianópolis. O local é essencialmente frequentado por jovens da alta sociedade. 

Bateria de São Caetano: Construída no ano de 1765, com o objetivo de proteger as praias de Jurerê e Canasvieiras de invasores extrangeiros. Atualmente, restam apenas as ruínas do alojamento dos soldados e da casa de pólvoras. 

Fortaleza São José da Ponta GrossaConstruída em meados do séxulo XVIII, para proteger a região de invasores estrangeiros. No ano de 1938, a fortaleza foi tomabada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.  Desde 1989, o local faz parte do Projeto Fortalezas. Aberto ao público das 9h às 12h e das 13h às 17h. 

Valor da entrada: R$ 8,00

Praia do Forte: Localizada entre as praias de Jurerê e Daniela, é porpularmente conhecida como Praia da Ponta Grossa. 

Dunas dos Ingleses: Localizada no bairro homônimo, são consideradas um dos principais atrativos turísticos da região, tornando-se uma parada obrigatória aos visitantes da ilha. 

Lagoa da Conceição: Bairro considerado um dos mais tradicionais da Ilha de Florianópolis. Ao redor da Lagoa, de mesmo nome, encontram-se lojas e bares que fazem a alegria dos visitantes da cidade. 

DICA: Considero um dos melhores bairros para se ficar hospedado,  devido ao custo-benefício e fácil locomoção. Além, claro, de um pôr do sol espetacular. 

Dia 4: 

Tour de Moto pelo Sul da Ilha com a mochileira Suíça Leti Vogt: 

Praia do Campeche:É considerada uma das praias mais ecléticas da Ilha de Florianópolis. Ideal para a prática de surf. 

Praia da Armação: Praia de águas frias e cristalinas que abrigou, durante o século XVIII, a Companhia de Pesca de Baleias da Armação do Pântano do Sul. 

Capela Sant’Ana & São Joaquim: Construída em 1772, pela Companhia de pesca de Baleias, para que os tripulantes das baleeiras partissipassem das missas. 

Praia do Matadeiro & Costão do Matadeiro: Originalmente conhecidos como Saco do Matadouro, era o local no qual se fazia o abate de baleias durante o século XVIII. Durante a minha visita ao local, fui abençoado com a  presença de dois visitantes inusitados, um casal de pinguins. Sem esquecer, é claro, da presença de duas vacas que estavam deitadas na grama admirando aquele visual fantástico. 

OBS: Esse foi o meu local preferido na Ilha de Florianópolis. 

Praia do Pântano do Sul: Praia famosa por proporcionar uma maior interação entre os “manezinhos”, autênticos moradores da ilha, e turistas que buscam sossêgo e tranquilidade nessa charmosa região.

Bar do Arante: Reastaurante de frutos do mar internacionalmente conhecido pela sua excelente gastronomia e qualidade de serviço. O local conta com uma decoração única e original, com paredes e teto cobertos com bilhetes escritos por frequeses do estabelecimento. 

Cachoeira da Solidão: Queda d’água localizada no extremo sul da ilha. Para chegar ao local é necessário fazer uma pequena trilha. 

Praia da Solidão: Devido ao seu isolamento geográfico, na década de 1960, a praia recebeu o nome de Solidão, sendo conhecida anteriormente como Praia do Rio das Pacas, devido à abundância desses animais na região. 

Costeira do Ribeirão: Local com vista panorâmica da para a Baía Sul. Tornou-se famosa por possuir  o pôr do sol mais bonito da região. 

Quer saber mais sobre o que aconteceu nesta incível aventura? Não perca tempo e adquira já o livro “Desbravando as Américas Etapa 1- As Aventuras de um Mochileiro do Rio de Janeiro à Montevideo“.

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